Rafael Bastos, meia do Cluj, da Romênia

por Thiego Souza em 26 de Outubro de 2011 00:00

O torcedor do Bahia lembra com carinho do meia Rafael Bastos. Criado nas divisões de base, o jogador disputou o campeonato baiano de 2006, onde ganhou identidade com o clube, mas em 2007 foi vendido ao Cruzeiro, que o repassou ao futebol portugôes.

Após alguns anos na Europa, retornou ao Brasil para defender o Vitória, porém não foi bem aproveitado, sendo dispensado. O jogador saiu novamente do país, onde jogou no futebol japonês e agora faz sucesso no Cluj, da Romênia.

Em entrevista exclusiva ao repórter Thiego Souza, o jogador comenta sobre sua passagem no Bahia, demonstra arrependimento por ter atuado no Vitória e deseja vestir novamente a camisa do Bahia.



- Você começou a carreira profissional no pior momento do Bahia, quando estava na série C. Como foi estrear diante de tanta pressão da torcida?

Foi muito difícil, mas acho que importante, pois desde cedo aprendi lidar com a pressão.

- Em 2007 você saiu ainda novo para o Cruzeiro. Foi a oportunidade que queria para poder apresentar seu futebol em outra praça?

Na verdade eu fui vendido para o Cruzeiro e nem cheguei a ir lá. Fui emprestado direto para o Belenenses e vendido depois para o Nacional da Madeira.

- Como foi sua primeira experiência internacional, no Belenenses?

Foi uma oportunidade maravilhosa. No começo foi um pouco difícil para me adaptar, o que é normal para todos, mas depois de adaptado, mostrei meu futebol.

- Em 2009, você foi contratado pelo Vitória. Como você avalia sua passagem pelo rubro-negro?

Até hoje me pergunto porque não tive mais oportunidades naquele ano.


- Existiu algum caso com torcida do Bahia, uma vez que foi ídolo quando passou por lá?

Existiu e existe ate hoje. Acho que pela carência e pelas dificuldades que o Bahia passava naquele ano. A torcida e eu criamos um laço que dura ate hoje.

- Existe algum arrependimento por ter aceitado o convite do Vitória, uma vez que não foi tão bem aproveitado, sendo dispensado antes mesmo do final da temporada?

Se eu disser que não iria estar mentido. Fiquei muito arrependido, não por te sido dispensado, por que isso acontece, mas sim pela forma que foi sem ter nenhuma explicação concreta. Mas passou e graças a Deus dei a volta por cima.

- Logo depois veio o Sapporo e agora o Cluj. Foi difícil a adaptação ao futebol japonês e romêno?

No Japão a passagem foi muito rápida, fiquei apenas 6 meses; Já aqui na Romênia me adaptei muito rápido. O futebol aqui é muito parecido com o português.

- Qual a principal diferença entre o futebol brasileiro e romêno?

O futebol aqui é mais rápido do que no Brasil.

- O Bahia já pensa em montar o elenco 2012. Se você receber o convite, tem vontade de voltar a defender as cores do tricolor?

Com certeza! O Bahia é time um grande e se Deus quiser um dia vou voltar a vestir essas cores.


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