Clayson minimiza placar do primeiro jogo e pede atenção ao Bahia: "Não pode relaxar"

Autor(a): Redação Galáticos Online (Twitter - @galaticosonline) em 25 de Fevereiro de 2020 20:00
Foto: Divulgação / EC Bahia

Clayson falou sobre o tabu do Bahia nunca ter vencido fora do Brasil na Sul-Americana — Foto: Divulgação / EC BahiaO Bahia venceu o primeiro jogo por 3 a 0 abriu boa vantagem para a decisão da vaga na próxima fase da Copa Sul-Americana contra o Nacional-PAR. Mas, para o atacante Clayson, o Tricolor precisa ter atenção no duelo de volta, nesta quarta-feira (26), no Paraguai.

"Nós sabemos que o resultado foi importante no primeiro jogo. Mas não pode relaxar. A gente sabe que aqui, jogando dentro de casa, eles são uma equipe muito mais forte. Mas a gente está bem concentrado. Trabalhamos bastante para esse jogo. A gente vem para cá com o intuito de vencer novamente, conquistar um triunfo fora de casa, para nos dar confiança no restante da temporada. É ficar bem concentrado, explorar os pontos fracos deles. A gente sabe que eles vão se atirar, porque precisam do resultado. Que a gente possa pressionar bem a equipe, talvez um contra-ataque, para que a gente possa fazer o gol e, aí sim, conseguir liquidar essa partida", disse.

Sobre o esquema tático utilizado pelo técnico Roger Machado, o jogador elogiou e afirmou estar adaptado à troca de posições com os companheiros de ataque. "Ficou uma equipe um pouco mais leve, com muita mobilidade. A gente tem bastante liberdade ali na frente para trocar de posição, desde que a gente, cada um cumpra sua função e que o campo esteja preenchido. Isso vem dificultando a vida dos adversários. Eles ficam um pouco sem saber como marcar. Graças a Deus, vem nos facilitando, nos dando chances de criar gols e fazer gols. A equipe vem encaixando. A gente vai se conhecendo e se entrosando. Tem tudo para a gente fazer um grande ano com o Bahia e conquistar grandes coisas".

O atleta, porém, revelou que prefere atuar pelo lado esquerdo do campo. "Do meio para a frente, eu atuo em todas as posições. Menos de centroavante. Já joguei em quase todas as posições. Então acho que é meio indiferente para mim. Do meio para frente, onde eu estiver vou estar feliz e vou estar procurando dar o meu melhor para ajudar o Bahia. Eu joguei a maior parte da minha carreira do lado esquerdo, onde venho jogando. Mas costumo dizer que, ali na frente, a gente não escolhe muito. Claro que, se eu puder estar na esquerda, vai ser melhor, porque já estou adaptado. Mas é questão de adaptação. Do meio para frente, eu consigo fazer todas, graças a Deus".
 


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