Sapatão, técnico do Camaçari

por em 03 de Março de 2010 00:00

Por Rafael Sena

Sapatão, muitos disseram que o Camaçari era candidato ao rebaixamento, que o time era fraco. Mas vocês conseguiram se classificar por antecipação. Qual a receita?


Todo o grupo se esforçou para isso. Todos nós nos dedicamos e colocamos na mente que poderíamos fazer um bom campeonato. Nosso grupo se uniu, formou uma família. Isso foi determinante para chegarmos lá.

Particularmente você acreditava que o Camaçari poderia surpreender?


Sempre acreditei, tinha certeza disso. A nossa classificação foi fruto de muito trabalho. Como disse, formamos uma família. Há brigas, discussões, mas tem reconciliações, entedimentos. Enfim, o nosso objetivo sempre foi realizar um bom campeonato. O resultado está aí.

O que você espera do Camaçari na fase do mata-mata?

Vamos brigar de igual para igual com os outros times. Precisamos ainda de uns três a quatro reforços porque a segunda fase não será fácil. Mas acredito no Camaçari.

Sobre os reforços. Você já tem nomes em mente?

Não. Precisamos de um atacante. O Sylvestre está numa grande fase, mas precisamos de reforço no setor. Um meia e um lateral-esquerdo também devem chegar. A diretoria está resolvendo estas questões.

Você acha que o Camaçari pode brigar pelo título?

Temos condições para isso. Vai depender muito da sequência nos próximos jogos, do entrosamento dos jogadores. É muito importante  não termos jogadores machucados e nem suspensos. Isso por atrapalhar. Mas acho que o Camaçari é capaz de ser campeão sim.

Quais foram seus melhores momento como técnico? Está pode ser considera uma também?

Pode sim, claro. Mas já tive ótimos momentos também. No mesmo Camaçari, por exemplo, na Copa do Brasil de 1999. Quase eliminamos o Inter no Beira Rio. Fui vice-campeão baiano com o Juazeiro em 2001.

Quantos times você já treinou na Bahia?


Rapaz, não lembro todos não. Ypiranga, Fluminense, Atlético, Itabuna, Camaçariense, Juazeiro, Jequié, São Francisco do Conde...acho que foram esses aí.

Você foi ídolo quando defendeu o Bahia. Pretende treinar o clube algum dia?


Já tive muita vontade...principalmente no início da minha carreira como técnico. Ainda gostaria de treinar o Bahia, mas não tenho mais a vontade de antes.

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