Jorge Wagner relembra momentos da carreira e fala: "Tenho uma gratidão imensa pelo Bahia"

Autor(a): Redação Galáticos Online (Twitter - @galaticosonline) em 30 de Abril de 2020 22:00
Foto: Reprodução

Jorge Wagner marcou época no futebol brasileiro e principalmente no futebol baiano. O meio-campista revelado pelo Bahia, também jogou no Vitória no final de sua carreira e por onde passou, conquistou títulos. De forma exclusiva, a equipe dos Galáticos o entrevistou e ele falou sobre sua carreira e o que faz atualmente, num bate-papo descontraído.

Aposentado desde 2017, o canhoto de chute forte não se afastou do futebol e mesmo tendo negócios fora, se mantém próximo ao esporte.

"Hoje estou morando em Salvador e estou envolvido em alguns negócios, como restaurantes. Mas não saio do meio do futebol. Sou agente intermediário cadastrado pela CBF", falou.

Sobre o início de sua carreira, ele agradece muito ao Bahia, clube que o revelou para o futebol e confidencia que seu avô o ajudou bastante.

"Tenho gratidão imensa pelo Bahia. Foi o clube que me projetou mundialmente, tive uma trajetória muito linda lá. Passei por todas as categorias de base no clube, até chegar ao profissional", continua.

"Meu avô era muito ligado ao Bahia. Com ele eu tive minha primeira oportunidade de fazer um teste no clube".

Perguntado sobre quando teve seu melhor momento no Tricolor, Jorge Wagner relembra o ano em que era comandado pelo mestre Evaristo e ele conseguiu fazer muitos gols.

"Acredito que foi em 2000 foi meu melhor ano com o Bahia, onde o Bahia disputava a Copa João Havelange, me destaquei com gols e assistências e o Cruzeiro se interessou no meu futebol".

Relembrando por quantos clubes ele passou, o ex-meia lembra de todos e demonstra carinho por cada um deles.

"Foram muitos clubes. Depois do Bahia passei pelo Cruzeiro, logo após estive no Corinthians. Tive a oportunidade de jogar no exterior, por dois anos joguei no Lokomotiv Moscow e voltei para o Brasil, e atuei no Internacional. Daí fui para o Real Betis, na Espanha e foi uma ótima experiência. Quando voltei ao solo brasileiro, passei quatro anos mágicos no São Paulo. Fui para o Japão duas vezes e no final da minha carreira, em 2015, tive a oportunidade de jogar no Vitória e encerrei minha carreira, em 2017, no Fluminense de Feira".

Apesar de ter tido uma carreira triunfante, faltou jogar uma Copa do Mundo para coroar a brilhante carreira. 

"Talvez tenha faltado uma convocação para a Seleção brasileira. É o sonho de todo jogador, vestir a camisa amarela e disputar uma Copa do Mundo. Infelizmente não veio, mas sempre trabalhei bastante e conquistei grandes coisas por grandes clubes do futebol".

Com uma carreira extremamente vencedora, no São Paulo e Internacional passou seus melhores anos e conquistou os títulos mais expressivos.

"Graças a Deus, em todos os clubes que passei eu conquistei títulos, e sempre joguei em bons times, o que me ajudava bastante. No Internacional e no São Paulo foram anos mágicos onde conquistamos Libertadores, Brasileiro. São ótimas lembranças".

Mesmo tendo passado pelo comando de grandes treinadores, Muricy Ramalho o marcou e a amizade entre os dois é forte até hoje.

"Sem ser político, eu tive bons treinadores e aprendi muito com cada um. O início no Bahia com Evaristo, Muricy no São Paulo me marcou muito. Tenho amizade com o mestre até hoje, o tempo no Tricolor paulista foi muito proveitoso".


 


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