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Futebol na hora da morte, na visão dos torcedores

por Antônio Britto em 11 de Março de 2018 16:53

Faltam craques, bons árbitros, bons técnicos, dirigentes competentes e uma Federação moderna para os dias 

Os níveis dos campeonatos estaduais dá pena, a exemplo da rodada do dia 8/3,  do maior campeonato brasileiro,  o Paulista, a maior parte dos jogos, terminaram com um placar 0X0, uma lástima. Tarefa  difícil para alguém assistir esses jogos.

O nosso, o Baiano, uma vergonha. Assisti pela TV o confronto do E.C. Vitória e Fluminense da Cidade de Feira de Santana - jogo fraco, sem emoção, sem nada. Tudo repetido. A partida do Atlântico contra o Jacuipense, no Estádio de Pituaçu, me faça uma garapa, péssimo.

Em resposta a essa situação a média de público em 40 partidas é de 2.631 (fonte: Globo esporte) é catastrófica, baixíssima. Pergunto: - quem vai arcar com o prejuízo? A arrecadação não cobre os custos das despesas de concentração, quanto mais os vultuosos salários dos atletas.

Por outro lado, o que se ver com a maioria dos atletas valendo um fortuna, onde tecnicamente não justificam os salários que ganham e a maioria dos jogadores são  desconhecidos, jamais ganhou um título de representatividade, embolsam mensalmente uma fortuna, que outra profissão, mesmo trabalhando diariamente 10 a 12h, levam anos para consegui poupar os que esses artistas entre aspas, ganham no mês.

Pasmem, os preços dos ingressos atuais, são quase os mesmos valores praticados em julho de 1994, há 24 anos, no início do plano real, eram De R$5,00; 10,00 e 30,00. Corrigidos pelo IGP-M é de R$35,95 - R$71,86 - R$215,58, respectivamente.

Ressalte-se que além de tudo isso discorrido, muitos atletas, não tem condições moral para vestir-se com a camisa dos nossos maiores representantes, e, os dirigentes com a visão de torcedores apaixonados, não enxergam o lado da instituição e o que ela representa a nível nacional, acobertando o episódio lastimável ocorrido no último BAVI. Uma pena essa falta de visão administrativa e profissional.

Imagine um repórter de uma emissora de rádio, televisão ou jornal, brigassem, socos para lá, socos pra cá, durante uma partida de futebol ou num seminário, duvido se os donos não os demitissem por justa causa.

No mundo dos negócios,  o objetivo primeiro é o lucro, está é a visão do capitalista, as emissoras de rádios, televisões, jornais, redes sociais é ter o retorno do capital investido. Me parece que o Campeonato Baiano, não visa este princípio básico, de obter uma receita, que cubra os custos e como resultado o lucro satisfatório.

Por fim, leio hoje num site este manifesto a seguir:

"O futebol baiano está um caos com uma gestão arcaica, ultrapassada e incompetente que já dura 16 anos. Nenhuma instituição do país aceita tamanha falta de democracia e transparência.

Nos mesmos moldes das gestões da CBF apoiadas por Ednaldo, a FBF hoje é praticamente uma empresa familiar. Os parentes de Ednaldo e da esposa dele ocupam lugar em TODOS os departamentos da Federação Bahiana de Futebol.”

Salvemos o nosso falido futebol brasileiro e o baiano.


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